Posts tagged “fotografia

para a Ana…

Leça da Palmeira, Janeiro de 2013…razão última de tudo na minha vida. Fotografia incluída…

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Weekly Photo Challenge: Delicate

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(borrelho de coleira interrompida, Cabedelo, Viana do Castelo, 2010)

Weekly Photo Challenge: Reflections

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Um dos resultados de uma tarde nas salinas de Tavira, sob a canícula Algarvia, com a minha fiel Nikkor. Pernilongos esquivos, em águas paradas.


Weekly Photo Challenge: Green

Dos lugares recordo cheiros, sabores, mas guardo sobretudo cores. Do meu Porto guardo o cinzento majestoso e humilde do medievo granito. De Minas recordarei sempre o exuberante vermelho do minério de ferro. De Lisboa acompanha-me o branco que lhe dá o Sol, que o Tejo reflecte. Os Açores, esses surgem sempre que de verde se trata. Os Açores, esses são o próprio verde. Sejam os campos de chá da Gorreana, sejam os verdes pastos que cobrem São Miguel ou os bosques que guardam a lagoa de«o Congro. Sim, é dos Açores que falo quando o tema é o verde…

(São Miguel 2011)


Imagem

Weekly Photo Challenge: Geometry

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Porto Covo, 1998. Original em diapositivo Fuji RDP100, corpo Pentax P50 e objectiva SMC Pentax 50mm f1.8.


Weekly Photo Challenge: Foreign

(“água de coco”, Trancoso – BA – Brasil, Agosto.2007, Fuji S2Pro, Nikon 75-300mm f4,5-5,6)


Weekly Photo Challenge: Silhouette

“escape”

Porto , Farol  de Felgueiras, Novembro de 2010

Fuji Finepix S3pro, Nikon 75-300mm f4,5-5,6

 


gosto

Gosto. Confesso que gosto da foto que fiz de Sean Rilley. Gosto e muito. Da aparência, do resultado final, da imagem pronta. Sim, falta-lhe nitidez, definição e cor. Falta-lhe o foco, também. E o significado, a mensagem, a intenção. Mas gosto, apesar disso, e muito. Serei o único, provavelmente. Não importa, há paixões que não se partilham…


arquitecto

Não fossem as lâmpadas e fios de cobre e estaria agora entre lápis e papeis. Não fosse o conjunto didático que recebi da minha mãe em tenra idade e estaria agora debruçado sobre um estirador. Não fosse a engenharia e seria provavelmente arquitecto.
Não sou, e por isso se foram os espaços, formas, vazios e volumes. Não totalmente, no entanto. É que, não me saindo das mãos, vão me entrando pelos olhos, não as fazendo de carvão, fixo-as em sais de prata. E estes, dispostos a preceito sobre um fino suporte de triacetato de celulose, chegaram-me pelas mãos do meu pai. Em bom tempo, pois graças a eles, graças a ele, guardo comigo portas, janelas, paredes, espaços, rampas, formas, escadas. Prevaleceu, no fundo, a engenharia oferecida pela minha mãe. A arquitectura, essa sobreviveu graças ao presente do meu pai…


refúgio

Por muito que fuja delas há algo nas gaivotas que me faz voltar. Sim, são abundantes dispensando exaustiva procura, são grandes dispensando longas teleobjectivas, são pouco arredias exigindo um mínimo de dissimulação. São alvo fácil, em suma. Sim, são monocromáticas, pouco graciosas, antipáticas, até. Mas rendem, mesmo assim, boas imagens. É pois a elas que volto quando a imaginação se mostra incapaz de me fazer voar a outras paragens, são elas que procuro quando a preguiça impera. São elas, no fundo, o meu refúgio em dias de tormenta…