certezas e surpresas de uma ida ao Dragão

Ao Dragão tinha ido apenas por motivos profissionais, para ver o sistema de iluminação. Experiência única, que me permitiu deambular pelas galerias técnicas e passear bem lá em cima, nas esteiras dos projectores. Voltei hoje, a convite de um amigo, para assistir ao Porto-Sporting. Entrei, confesso, com um punhado de ideias pré-concebidas, essencialmente desagradáveis. A maior parte delas, no entanto, foram caindo ao longo do jogo, porque foi essencialmente agradável essa ida a território inimigo. Começou a desenhar-se agradável, quando surpreendido constatei a ausência de cânticos anti-Benfiquistas ou quando me admirei com o sentido de humor dos vizinhos Portistas da bancada, mesmo sabendo-me vermelho por baixo da camisola do Atlético Mineiro. Do relvado vieram sobretudo confirmações. Sim, já sabia que o Postiga é fraco e confirmei-o ali. Que o Hulk está longe, muito longe de ser um grande jogador, que o Evaldo é uma nulidade, que o Djaló é um imenso nada. Surpreendeu-me, no entanto, o Rui Patrício, que merece a baliza da Selecção, surpreendeu-me o Vukcevic, mas caí aos pés de Falcão, a quem não regateei um forte aplauso. Como não regateio, agora, um discreto elogio ao Dragão desta noite. A continuar assim, cá voltarei, assim surja novo convite…

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