Roberto

Por vezes é a baliza que nos escolhe.
Aos gordinhos, aos menos virtuosos.
Outras vezes escolhemo-la nós.
Seja como for é para toda a vida.
Tornamo-nos reféns.
Perdemos a capacidade, perdemos sobretudo o gozo de jogar “à frente”.
Perdemos as alternativas.
Sobram a baliza e o banco.
A baliza, sedutora como nenhuma, cruel como poucas, dá-nos céu e inferno.
No banco não há céu.
Há apenas o medo de que seja para sempre…
Por isso desejamos que, nesses dias infelizes nos sossegue a esperança.
E a certeza de que é para aquilo que nascemos.
Que é para os efémeros voos nos pequenos pedaços de céu, que vivemos.
Que é entre os postes, que queremos envelhecer.
E por isso suportamos tudo. Banco incluído
Que Roberto o saiba é o que lhe desejo.
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3 responses

  1. Se tivessem comprado o passe do cão-guia…

    Agosto 24, 2010 às 4:10 pm

  2. Sérgio

    Por favor não crucifiquem o homem, cá para mim acho que deve continuar pois está em fase de adaptação
    PS: Para mim mais que as vitórias do FCP o que mais me dá gozo são as derrotas do SLB
    Abraço Sérgio

    Agosto 24, 2010 às 4:54 pm

    • Sérgio Brandão

      Comungo da opinião do Sérgio. Deixem-no ficar a titular pelo menos até meio da época para ver se o homem fica entrosado… Entretanto o meu FCP vai aumentando a distância…

      Agosto 24, 2010 às 5:08 pm

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