Eppur se muove

É recorrente.
A cada Mundial, a cada Euro, surge uma nova bola.
Melhor para o espectáculo, supostamente. Melhor para o negócio, certamente.
Não tardará a surgir nas estantes das lojas de todo mundo, depois de testada pelos jogadores.
Jogadores que, a cada nova bola, desfiam um rol de críticas.
Efeitos estranhos, demasiado leve, demasiado pesada, sei lá que mais…
É sempre assim.
A bola, bem se vê, é o centro do jogo.
Mas não é o mais importante.
Volto à minha infância, aos jogos mais felizes da minha vida.
Alguém se preocupava com a bola? Não, desde que houvesse bola.
De borracha, de couro, cheia, vazia, nova, velha, redonda ou oval.
O importante era o jogo.
O dia que nos esquecermos disso, o dia em que dermos mais importância à bola, às chuteiras e aos acessórios, nesse dia o futebol começa a morrer…

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2 responses

  1. Olha… a cada dia fico mais surpresa com seus textos… São ótimos! Vc está desperdiçado… Bjs, Bê

    Maio 29, 2010 às 7:02 pm

    • Obrigado, Bê.
      Sinceramente obrigado…
      Bjs

      Maio 29, 2010 às 10:41 pm

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