o túnel das Antas

Pedi, tempos atrás, a volta de Pinto da Costa à vida pública, ao anedotário nacional.

Arrependo-me hoje. Se antes era desafiador ver Pinto da Costa na TV, hoje é deprimente.

A boçalidade mantém-a intacta. A cara deslavada também.

Mas soma-se-lhe agora a senilidade.

Que lhe tolda a pouca vergonha que ainda tinha. E a réstia de decência que aparentava em público.

Resta pouco, portanto. Resta o ridículo.

A razão, essa dou-a a Padre António Vieira, quando diz “que há casos em que a felicidade consiste, não em se achar o que se busca e deseja, senão em se não achar”.

Não ouso, por isso, formular novo desejo.

Apenas digo que não consigo deixar de pensar em quão magnífico e útil é o cone do silêncio… 

   

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